Segunda-feira

como a ave que adormece
entre as mãos do poeta
retorno ao húmus da terra
exangue para
remoçar
entre as pedras e as árvores
densas
da barbárie
entre as mãos do poeta
retorno ao húmus da terra
exangue para
remoçar
entre as pedras e as árvores
densas
da barbárie
-pascal renoux.














o descanso da vida
um regresso que já se fazia tardio aos olhos da espera.
Bem-vinda!
(sabes que gosto de escrever uns textinhos meio aparvalhados onde as personagens fazem o impensável! Talvez por não ser assim mas uma eterna previsível ehehehe. Contudo, o gozo que dá em inventar situações mirabolantes... eu cá rio-me bastante e isso é o quanto basta.Quanto aos meus lusitanos, estão em casa a ser reescritos porque quero dar uma volta naquilo. E vivam os Deuses, as situações caricatas e tudo o mais que se possa - talvez arranjar uma paixão pelo meio? não será mal pensado! Tenho de imaginar uma bastante obcessiva - umas ideias estão a escorrer neste momento mas não conto!)
Toma lá tu um beijo e uma lambidela ao novo cão!
o teu regresso era adivinhável sobre as águas.
e eu sedenta____________bebo-O!
Regresso...ao húmus da amizade, sob o peito onde se escuta o gemido dos corações ou o canto do mar...num búzio de Istambl!
Bjs amigos/amiga,
joão rasteiro
... no segredo dos búzios ... se entre-ouve o mar do mundo.
Gosto "bué" dos teus posts. De todos, sem excepção.
Quando fores à "INVICTA" lembra-te de me dizer.
Até lá, deixo-te abraços por aqui.
na impossibilidade
do renascimento
re fazer a voz
ventre mather
_____
um beijo imensíssimo Gaby
eu queria ser a ave...
(p.s. não percebi a relação de deus com a netcabo, mas ele tb não me ouve...)
beijo, Gabi
o teu canto é sempre um bálsamo, com imagens lindissimas que abraçam as tuas palavras, com amor...
bjs Gabriela
Belissimo espaço este que encontrei por aqui. O sentido estético é quase perfeito.
Muitos parabéns.
Cumpts,
Cristina Fernandes
deixas-me ficar aqui, quieta e calada, com as árvores?
um beijo.
prendo-me ao chão com garras de ave rapina.
dela nada roubo!
apenas me esteio,
fico de pé!
a areia quer libertar-se
entre unhas que se cerram,
fortes!
fundo a terra
e nela me incorporo.
até de me tornar pó,
continuarei em pé!
(sinto-me em falta)
beijo, gabriela
luísa
Uma ave nas tuas mãos
só pode voar por escrito
subs
tância
[sobre
a
distância]
*abraço*
esplêndido
!
(limito-me ao essencial. Contemplo)
___________________________ um beijo Gabriela
iv
quando as àrvores se enclinam
as aves esquecem-se de voar...
beijo imenso
em sossego...
sem que se me movam sentidos
ou respire...
em silêncio!...
no sulco do mundo , junto à seiva do vento , brota o hoje morto de ontem.
Bj.
sempre lindíssimo este espaço Seu, Gabriela.
parabéns.
não sei dizer mais nada...
um bom fim de semana.
um beijo.