Sexta-feira
-à Isabel M Ferreira
,porque há "palavras" que deixam impressão digital
às vezes as máscaras vestem o medo .às vezes não . às vezes as melissas alvitram as histórias .às vezes não .às vezes despem as asas e deixam.nas penduradas nas solidões humanas .somos nós .os apicultores das odisseias marítimas que inventam cartas de marear .assistimos à dança das tormentas e inventamos monstros que pululam as vagas do desassossego .o mito transforma.nos .somos muito mais memórias do que almas .às vezes carecemos de definições a fim de persistir os diálogos .às vezes não .às vezes precisamos do tu como forma perfeita de comunicar .biografica mente somos o outro .um Pessoa sem história pessoal .a realidade antevista em direcção ao presente .insignificantes na avidez cosida em solidões de cafés e não reconhecidos no pós ser . amestrados .às vezes amamos por distracção .às vezes não .as epístolas tecem as rendas dum futuro cristalizado no presente .sugamo.lo e desenhamos em palavras a matéria sublime .re definimo.la.
às vezes somos um mapa de antecipações .às vezes não
às vezes somos um mapa de antecipações .às vezes não
-heinz zander.















às vezes ao crepúsculo cruzamo-nos com o espelho. então interpelamos as sombras. enumeramos os erros. dispensamos as máscaras. depois perguntamos para que serve a memória quando formos apenas desperdício. e estremece-nos uma pergunta: a quem legaremos a herança dos segredos?
belissímamente dedicado.
beijo em ti.
às vezes consigo comentar. outras vezes não.
apenas um abraço para ti e para a Isabel
Já tinha saudades destas palavras. Tão densas. Tão simples ao mesmo tempo. Tão tuas!
A força das imagens sempre a tentar sobrepor-se às palavras...
Desta vez não! São as palavras que se agigantam e deixam as suas marcas impressas em nós.
Obrigada!
Um beijo
e às vezes ____________tantas somos muito mais alma que luz.
porque a memória é um labirinto que o tempo vai atraiçoando na sua fome icónica de dedos apontados ao desbaste da ideia.
porém hoje...sem saber que estava por aqui sou muito mais Obrigada e sensibilizada.
Raínha.
.
às vezes _____________muitas fico sem jeito. como por exemplo_________agora.
beijo-te.
Às vezes...esquecemos a limitação de sermos gente, isto é, pouco ou nada.
Às vezes...iludimo-nos com a magnificência opulenta que nos trazem em bandejas de duvidosa franqueza.
Às vezes...perdemos a noção do tempo, que este se encarrega de rapidamente desvendar em toda a sua crueza impiedosa.
Às vezes...quantas vezes?
legados da memória
a persistencia dos diálogos
como cartas de marear
.
.
.
e tão bem o dizes
biografica
mente
epístolar
__--
deixo-te mãos de sol
e um beijo terníssimo
Às vezes somos mais amigos
damos um abraço
que na verdade
é uma transfusão de sangue
Muito belo Gabriela
Bjs
E o que é a alma, senão o conjunto de todas as memórias?
Homenagem primorosa! Aposto que a Isabel caminha nas nuvens.
Um beijo!
P.S.: Imagens fantásticas! Grande artista.
P.P.S.: Sobre o clipe acima:
A canção no seu melhor estilo, grande cantor, orquestra fantástica e ótimo arranjo.
Que dizer mais ? Belíssimo... querida Amiga! "somos mais memória do que alma", sim...e um coração que vive só pela memória. Li, lá em cima, o comentário de Maria José Quintela e deparei-me com uma ideia que me baila sempre cá dentro :" a quem legaremos a herança dos nossos segredos?". Quem terá memória das nossas memórias ?
Um beijo, grande.
Adeus tristeza, até depois
Chamo-te alegria por sentir que entre os dois
Cada vez mais há a fazer ou poetar
Chegou a hora de renovar
Bjs. amigos/amiga,
joão
às vezes
não são precisas as palavras demais
às vezes... melhor o silêncio
toque
olhar
às vezes
as palavras não chegam...
.
.
amo cada uma de vós em torno da vossa impressão digital
única
isa e gabriela
meus dois anjos
entre as palavras
respirantes
bjo-vos
fico lá em cima
colada
incessante a procura de barcos.
___ ... antes de uma noite definitiva
ascético o meu beijo
belíssima a imagem do vento a estender os corpos.
o meu beijo gabriela.