Quarta-feira
encosto as mãos à face de uma mulher
de corpo inteiro em mar azul
havida na solidão do amor
moldo.a com a espuma levantada
pelas quilhas dos barcos que
acostam a um porto seguro
rompem.se as vagas do acto de partir e
a pouco e pouco
a viagem destece a teia que
prende a mulher
ela não é uma mulher qualquer
antes
uma mulher em fuga para a noite
uma mulher cujo corpo estelar se abre e
dele dimana um texto feito de si e
em si
gótico como a catedral de saint.denis
imprimo o nome dessa mulher que
se cola a mim
destecida nas raízes da inocência
é branco o seu choro dentro das ondas que
lhe ceifam o corpo inteiro
mas é azul o mar
a sua respiração inicia o balanço moroso
ao ritmo das vagas habitadas pelo amor
dão.lhe um nome
perfeito
inscrito na ficha dos seus pés
abertos ao grito
a mulher de corpo inteiro
em mar azul habitua.se
lenta
mente
a murmurá.lo e a pronunciá.lo
para fora da sua solidão
redimida no texto feito de si e em si
na vigésima segunda hora
do primeiro dia
de um mês frio e
projecta.se como campo lavrado à vida
no interior do seu corpo
de corpo inteiro em mar azul
havida na solidão do amor
moldo.a com a espuma levantada
pelas quilhas dos barcos que
acostam a um porto seguro
rompem.se as vagas do acto de partir e
a pouco e pouco
a viagem destece a teia que
prende a mulher
ela não é uma mulher qualquer
antes
uma mulher em fuga para a noite
uma mulher cujo corpo estelar se abre e
dele dimana um texto feito de si e
em si
gótico como a catedral de saint.denis
imprimo o nome dessa mulher que
se cola a mim
destecida nas raízes da inocência
é branco o seu choro dentro das ondas que
lhe ceifam o corpo inteiro
mas é azul o mar
a sua respiração inicia o balanço moroso
ao ritmo das vagas habitadas pelo amor
dão.lhe um nome
perfeito
inscrito na ficha dos seus pés
abertos ao grito
a mulher de corpo inteiro
em mar azul habitua.se
lenta
mente
a murmurá.lo e a pronunciá.lo
para fora da sua solidão
redimida no texto feito de si e em si
na vigésima segunda hora
do primeiro dia
de um mês frio e
projecta.se como campo lavrado à vida
no interior do seu corpo
-widmanska.















bom gosto por aqui...
solidão do amor... quando as emoções são mais fortes do que as palavras empurram-nos para dentro do corpo
e nele
diamante da noite
uma catedral
.
.
.
______
eu silencio-me
penitente
mente
um beijo re feito de pétalas, Gaby
que a mulher saia do interior do corpo
e navegue mar adentro...
beijo, gabi
simples
...
porque a um corpo de mulher.
-muito bonito e intenso mas suave, leve.
é muito bela a tua desconstrução desta mulher de corpo inteiro.
um beijo.
gótica. Tu. ou florentina? nem sei de tal modo me espanto deste brilho composicional.
e gosto bastante desta nova claridade!
aonde qual onde ainda mais te elevas. alta. altiva e bela no discuro.
Conheço uma mulher assim
azul
de corpo inteiro
Mais um belo apelo à musicalidade
por entre vagas e salivas
Bjs
Um hino à mulher!
"de corpo inteiro em céu azul"!
Um beijo
Entrei de novo neste espaço de beleza.
Agradou-me a nova claridade.
Um beijo
parece-me tão bela e doce esta mulher...
beijo
sim...
corpos que são quase tudo...
inesgotáveis na capacidade de dar e de amar.
bjs Gabriela
graças aos deuses que devem estar online a esta hora, consigo finalmente deixar o meu beijo de gratidão por toda a poesia que nos oferece em palavras e imagens, querida gabriela. boa noite.
a nascente
de
medusa
*bom fim
de semana*